Dia Internacional da Mulher

 

dia-da-mulher-boletim

Em 1975, a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou o dia 8 de março como o dia internacional da mulher. Mais do que uma comemoração feminina, essa data tem por objetivo discutir o papel da mulher na sociedade atual. Durante esse mês, há campanhas por todo o Brasil estimulando o autocuidado e a saúde da mulher. Estar atenta aos sinais do seu organismo e manter hábitos saudáveis podem ajudar tanto na prevenção quanto no diagnóstico precoce de doenças. Seguem algumas dicas:

CÂNCER 

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) de 2012, os tipos de câncer mais frequentes nas brasileiras são o de mama, o de colo de útero, o colorretal (intestino) e o de tireóide. Entre os principais fatores que podem levar ao câncer de mama, estão o uso de anticoncepcionais, a reposição hormonal e a herança genética. Em relação ao câncer de colo de útero, as mulheres portadoras do papilomavírus (HPV) têm maiores chances de desenvolver a doença. Quanto ao colorretal, a dieta rica em gorduras e pobre em fibras, e a obesidade favorecem seu desenvolvimento. E para o câncer de tireóide, o principal fator de risco é a herança genética.

Manter uma alimentação balanceada, evitar o excesso de gorduras, doces e bebidas alcoólicas, parar de fumar e praticar atividade física regularmente são estratégias que auxiliam na prevenção do câncer. Além disso, toda mulher deve manter seus exames ginecológicos em dia. Consulte seu ginecologista para saber a periodicidade de realização do exame preventivo (conhecido como Papanicolau), mamografia, ultrassonografia transvaginal e de mamas, entre outros.

CLIMATÉRIO E MENOPAUSA

Por volta dos 40, 50 anos da mulher, os hormônios femininos (progesterona e estrogênio) começam a ser produzidos em menor quantidade. O primeiro sintoma é a irregularidade menstrual, seguido de irritabilidade, nervosismo e insônia. Essa fase inicial é chamada de climatério ou pré-menopausa.

A menopausa corresponde ao momento em que os ciclos menstruais cessam. Os famosos calores pelo corpo, perda de apetite sexual, secura vaginal, queda de cabelos, pele ressecada e unhas quebradiças são os principais sintomas.

A terapia de reposição hormonal com estrogênio e progesterona sintéticos é o tratamento mais utilizado para menopausa. No entanto, a abordagem deve ser individualizada para cada mulher. O ginecologista e o endocrinologista são os especialistas mais indicados para tratar esse distúrbio.

OSTEOPOROSE

A osteoporose é uma doença silenciosa e raramente apresenta sintomas antes que aconteça algo de maior gravidade, como uma fratura espontânea (sem estar relacionada com um trauma). Os locais mais atingidos pela osteoporose são a coluna, punho, braço e quadril (colo do fêmur). Quando sintomática, pode causar perda de altura, dores crônicas, dificuldades para locomoção e redução da qualidade de vida.

A osteoporose é mais comum em mulheres na pós menopausa, em virtude da queda brusca de estrogênio, hormônio feminino, nesse período. Além disso, outros fatores de risco para doença são: raça branca, sedentarismo, tabagismo, álcool, fratura prévia e herança genética, uso continuado de corticóides, doença da paratireóide, artrite reumatóide e doença renal crônica.

A prevenção da osteoporose baseia-se em uma alimentação equilibrada com alimentos ricos em cálcio e vitamina D, como derivados do leite, vegetal verde-escuro, amêndoas e peixe, aliada à exposição ao sol da manhã regularmente, redução do fumo, do consumo de café e de bebidas alcoólicas além da prática regular de exercícios físicos.

O tratamento da osteoporose é individualizado. O endocrinologista e o reumatologista são os especialistas mais indicados para tratá-la.

Sigam as dicas dadas para uma vida mais saudável e prevenção das doenças causadas ao longo dos anos.

Um comentário em “Dia Internacional da Mulher

  1. Fabio disse:

    Interessante.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.