20 de janeiro – Dia do Farmacêutico: A sua “posse de arma” contra doenças vem da farmácia

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É uma importante profissão para ser lembrada, pois, provem da farmácia os remédios que combatem as graves doenças que nos contraímos e lutamos para melhorar, essa é a sua melhor “posse de arma” contra o combate as doenças em geral, vamos aplaudir os profissionais da área que nos fazem termos sempre uma chance de lutar, parabéns aos farmacêuticos.
No dia 20 de janeiro é comemorado o Dia do Farmacêutico como mencionamos. A data foi escolhida em função da fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF), em 20 de janeiro de 1916. Na época, era a maior instituição representativa da categoria, no País.

Origem da data

A ideia para criar uma data que celebrasse os profissionais de Farmácia começou com o farmacêutico Oto Serpa Grandado, que em 7 de janeiro de 1941, durante uma reunião da Associação Brasileira de Farmacêuticos, questionou os colegas o motivo pelo qual não existia um dia especial para comemorar a profissão, já que todas as outras profissões tinham uma data comemorativa.

Considerando a necessidade de unificar a comemoração do Dia do Farmacêutico e por ensejar maior visibilidade e reconhecimento, o Conselho Federal de Farmácia, por meio da Resolução nº 460, de 23 de março de 2007, reconheceu o dia 20 de Janeiro como o Dia do Farmacêutico.

Na busca pela valorização e estímulo do profissional farmacêutico, a para que o dia 20 de janeiro seja marcado pelo reconhecimento daqueles que lutam em prol a farmácia, foi criada pelo Conselho Federal de Farmácia, por meio da Resolução nº 323, de 16 de janeiro de 1998, a Comenda do Mérito Farmacêutico que visa distinguir farmacêuticos e autoridades pelos relevantes serviços prestados à profissão. A entrega da Comenda do Mérito Farmacêutico é realizada durante as comemorações do Dia do Farmacêutico.

 

 

2 comentários em “20 de janeiro – Dia do Farmacêutico: A sua “posse de arma” contra doenças vem da farmácia”

  1. Glauco Moreno

    Quem escreveu a matéria fez uma infeliz alusão na metáfora ‘”posse de arma” contra o combate de doenças’, referência ao momento político em que uma importante decisão é tomada. Decisão que coloca em check questões de ordem da nossa humanidade e segurança, num país com altíssimos níveis de homicídios, femininísticos causados por armas de fogo. Quem escreveu provavelmente desconsiderou o peso das necessárias reflexões sobre a discussão do tema e optou por deixar que seus conteúdos recalcados gritassem mais alto, em uma matéria que objetiva o conteúdo celebrativo do dia do farmacêutico. Péssima comparação. Pela Engemed, sinto-me envergonhado.

  2. Glauco, bom dia!
    Sua opinião é bastante relevante para o atual momento, mas se nos dias de hoje já existem feminicídios, homicídios causadas por armar de fogo ou armas brancas na casa de muitos cidadãos mesmo sem a posse de arma liberada, imagina com a posse. Há relatos de policiais que tem armas em casa e não conseguem deter os bandidos e vários casos de mortes policiais. Acho que a mudança para o atual governo era necessária mas não concordarei com tudo. A alusão é real, pois, a luta que mais importa para nós Engemed são as doenças e que fazem sentido, apenas pegamos o gancho.

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