Como a poluição sonora no ambiente de trabalho pode influenciar na qualidade de vida do trabalhador.

DIA 23 DE SETEMBRO É O DIA MUNDIAL DE COMBATE AO ESTRESSE!

Essa data foi criada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2001 com o objetivo de conscientizar a população sobre os malefícios e sintomas causados pela exposição à vida agitada e estressante dos dias atuais. A poluição sonora é um dos fatores geradores de estresse, um problema grave que afeta diretamente a qualidade de vida de milhões de pessoas.

Dentre os riscos ocupacionais, o ruído está presente em níveis diferentes e em diversas atividades profissionais, e em casos extremos, pode causar e agravar outros problemas relacionados a saúde, como: instabilidade emocional, nervosismo, ansiedade e estresse.

O Programa de Prevenção aos Riscos Ambientais – PPRA (NR 9) conceitua e quantifica os níveis de exposição ao ruído dos trabalhadores em cada ambiente de trabalho, mensurando os riscos à sua exposição, indicando os limites toleráveis e as formas de proteção necessárias para o exercício de cada atividade profissional.

O PPRA conceitua, por exemplo, o tempo de exposição máximo diário dos trabalhadores submetidos à ambientes ruidosos:

Em atividades especificas, onde a exposição ao ruído e a poluição sonora são inerentes, são adotadas medidas especiais de proteção individual, tais como o uso obrigatório de EPI’s, protetores auditivos e abafadores auriculares, e de proteção coletiva, como a obrigatoriedade de instalação de isoladores acústicos e barreiras de contenção nas fontes de ruído.

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