Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doenças Falciformes.

O dia 27 de outubro é uma data importante para os portadores da anemia falciforme, desde que o projeto de lei defendido e aprovado no Senado instituiu o “Dia Nacional de Luta pelos Direitos das Pessoas com Doenças Falciformes”. Também chamada de anemia falciforme, a doença é hereditária, caracterizada pela alteração das hemácias (glóbulos vermelhos do sangue), a Doença Falciforme faz com que as células prejudiquem a circulação sanguínea nos vasos e esse bloqueio impede que o oxigênio chegue de forma adequada aos tecidos, desencadeando uma série de problemas.

 

A doença pode se manifestar de forma diferente em cada indivíduo, uns têm apenas alguns sintomas leves, outros apresentam um ou mais sinais. Os sintomas geralmente aparecem no primeiro ano de vida. Dentre os principais sintomas encontram-se: anemia comum, fadiga, fraqueza, palidez, dificuldade de concentração e vertigens. Nos casos mais graves, pode causar também hemorragia, descolamento retiniano, priapismo, acidente vascular cerebral, enfarte, calcificações em ossos com dores agudas, insuficiência renal e pulmonar, dependendo da fase da vida.

 

A detecção é feita através do exame do teste do pezinho, realizado gratuitamente antes do bebê receber alta da maternidade, proporciona a detecção precoce de hemoglobinopatias, como a anemia falciforme.

 

No Brasil estima-se que 25 mil a 50 mil pessoas sejam portadoras da doença que apresenta mortalidade precoce. O tratamento é feito por meio do uso de vacinação e penicilina nos primeiros cinco anos de vida, além do uso regular de ácido fólico, medicamentos para dor e, em alguns casos, transfusões de sangue são realizadas como profilaxia às infecções que a doença gera no organismo.

 

 

Fonte: UNIFESP 

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